Nossa retrospectiva de viagens 2015 em 15 fotos: Nossa retrospectiva 2015 em 15 fotos

Na nossa retrospectiva de 2013, o ano que fizemos a Volta ao Mundo, escrevi: “2013 foi o melhor ano das nossas vidas até agora, mas que venham outros melhores anos!”. 2015 foi um desses “outros melhores anos”. Na verdade, foi quase uma continuação daquele incrível 2013. Se eu tivesse que escolher uma palavra para definir o ano 2015, seria intenso.

Este foi o ano da vida nômade, da renovação de votos matrimoniais, do Dois na América, lançamento do nosso primeiro guia (Guia de Mochilão pela Tailândia), em que finalmente consegui concluir um projeto que comecei em 2013 (em breve divulgarei mais detalhes) e que conheci pessoas especiais. Resumindo em  números, estivemos em 11 países, sendo dez novos. As cidades nem parei para contar.

Ao encerrar 2013, eu sabia exatamente o que não queria para minha vida. Saber para o que dizer “não” era o primeiro passo para a mudança que vivi nos últimos anos. Em 2015, encerro sabendo a que quero dizer “sim”. Foi, acima de tudo, um ano dedicado ao auto conhecimento.

Sem dúvida, também será um ano para lembrar em  2076, quando eu estiver aos 90 anos. Agora, começo os preparativos para os meus 30, que completo daqui a menos de 1 mês.

E para 2015 o que espero é continuar a viver com intensidade e, ao mesmo tempo, com serenidade. Mais ou menos como disse o Sri Sri Ravi Shankar (Arte de Viver):  “O ser humano precisa ter mais paciência. Tirar um tempo para meditar e aproveitar a vida intensamente. Paciência na mente e dinamismo na ação é a fórmula correta”.

Muito obrigada por tudo, 2015!

2016, te espero cheia de planos para você. <3

Agora vamos às fotos e aos fatos de 2015:

1- Começamos 2015 com a vida nômade em Pipa, que tem algumas das praias mais bonitas do Brasil, e onde moramos por quase 3 meses. Como deu muita sorte começar 2015 em Pipa, também vamos encerrar o ano lá, onde iremos passar o Réveillon.

Vida nômade Pipa
Vida nômade Pipa

2- Ainda em janeiro, viajamos para Fernando de Noronha para comemorar meu aniversário e nossas bodas de 5 anos de casamento. Aproveitamos para renovar os votos com o mesmo vestido que casei.

Renovação de bodas de casamento
Renovação de bodas de casamento

3- Em março, começamos a primeira parte do Dois na América. O primeiro país foi a Bolívia. O Salar de Uyuni foi um dos lugares mais incríveis por onde já estivemos.

Salar de Uyuni
Salar de Uyuni

4- Nessa viagem também fomos ao deserto do Atacama, no Chile.

Deserto do Atacama
Deserto do Atacama

5- Encerramos a primeira parte do Dois na América no Peru. Um dos nossos desafios nessa viagem foi fazer a Trilha Salkantay, de cinco dias, de Cusco a Machu Picchu.

Machu Picchu
Machu Picchu

6- Começamos a segunda parte do Dois na América (fizemos em duas partes, pois voltamos ao Brasil para o casamento do meu irmão) na Colômbia, onde ficamos por um mês. Um dos lugares mais bonitos que conhecemos no país foi Playa Blanca.

Playa Blanca, Colômbia
Playa Blanca, Colômbia

7- Fomos da América do Sul à Central de barco, no passeio pelas ilhas caribenhas de San Blás, no Panamá.

San Blás, Panamá
San Blás, Panamá

8- Continuamos a viagem pela América Central por terra. Seguindo do Panamá para a Costa Rica.

Parque Manuel Antonio, Costa Rica
Parque Manuel Antonio, Costa Rica

9- Depois, Nicarágua, onde fizemos Volcano Boarding, que é mais ou menos como um esqui bunda, mas em um vulcão ativo, descendo 450 metros em menos de 2 minutos!!

Volcano Boarding na Nicarágua
Volcano Boarding na Nicarágua

10- O último país da América Central foi a Guatemala, onde vivemos dias tensos por causa dos protestos para derrubar o presidente. De dez dias no país, cinco foram de deslocamento, devido as horas paradas nas estradas fechadas pelos manifestantes, que conseguiram, no final, a prisão da vice presidente e do presidente.

Apesar dos transtornos que enfrentamos, a Guatemala é um país incrível.

Semuc Champey, Guatemala
Semuc Champey, Guatemala

11 e 12- Eu geralmente não tomo partido dos países que visitamos, mas não posso negar que o México foi o meu país preferido em 2015. Amei tudo no país, que visitamos em dois momentos: Chiapas, Oaxaca, Cidade do México e Cancún e depois de irmos e voltarmos a Cuba, passamos uns dias na Riviera Maya e em Isla Mujeres.

 Pirâmides de Teotihuacán, próximo a Cidade do México
Pirâmides de Teotihuacán, próximo a Cidade do México
Playa del Carmen, Riviera Maya
Playa del Carmen, Riviera Maya

13- Como disse, entre uma parte e outra da viagem ao México, fomos a Cuba, onde passamos dez dias e visitamos várias cidades. 

Em Havana, Cuba
Em Havana, Cuba

14- Depois de Cuba e México, fomos aos Estados Unidos, país que já havíamos conhecido em 2013, durante a Volta ao Mundo, quando viajamos pela costa Oeste. Desta vez, fomos a Fort Lauderdale, Washington DC e Nova York.

Times Square, Nova York
Times Square, Nova York

15- No final do Dois na América, passei um dia em São Paulo, onde aproveitei para visitar as exposições de Frida Kahlo e a de Câmara Cascudo, que infelizmente, foi destruída recentemente no incêndio do Museu da Língua Portuguesa. 🙁

Exposição Frida Kahlo, em São Paulo
Exposição Frida Kahlo, em São Paulo

Alguns desses países ainda não ganharam posts no blog. E terminar de escrever sobre o Dois na América é a primeira das metas para 2016. 🙂


Peru: Puno e as ilhas flutuantes do Lago Titicaca

Do lado peruano, a cidade de Puno é a principal base para conhecer o Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo. A  143 km de Copacabana, na fronteira da Bolívia, Puno é normalmente incluída no roteiro de quem viaja pelos dois países.  A cidade, em si, não é bonita e não tem muito a oferecer. O principal atrativo está no lago: as ilhas flutuantes de Uros, que remontam ao período pré-colombiano.

Ilhas flutuantes de Uros
Ilhas flutuantes de Uros

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Mochilão na Bolívia: o que levar

Fazer um mochilão pela Bolívia requer muitos deslocamentos e nem sempre pelos meios mais confortáveis. Por isso, é imprescindível viajar com a mochila leve e escolher os itens certos na hora de fazer as malas. Dependendo da estação do ano e dos destinos visitados, o clima pode variar muito, mas nos destinos mais turísticos do país, em geral, faz frio o ano todo, o que exige roupas apropriadas. Neste post, preparei uma lista com recomendações do que levar em uma viagem à Bolívia. Veja:

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O que fazer em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia

Os bolivianos dividem o país em Ocidente e Oriente. Quem é do Ocidente, é colla e quem é do Oriente, é camba. No Ocidente, a maior cidade é a capital administrativa, La Paz. Já no lado oriental, Santa Cruz de La Sierra, que também é a segunda maior cidade do país.

Santa Cruz é a porta de entrada na Bolívia para muitos brasileiros pelo fato de estar a menos horas de voo do Brasil, as passagens terem preços mais atrativos e também poderem ser emitidas com um número menor de milhas do que La Paz. Continuar lendo O que fazer em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia


Lago Titicaca (lado boliviano): Copacabana e Isla del Sol

A Bolívia não tem um mar para chamar de seu, mas tem o Lago Titicaca. Considerado o lago navegável mais alto do mundo, o Titicaca tem  8.300 km2 e está situado a 3.821 metros acima do nível do mar. O lago fica na fronteira da Bolívia com o Peru, país ao qual também pertence. Ao longo do lago, nos dois países, estão várias praias e mais de 40 ilhas. Do lado boliviano, as mais conhecidas são a praia de Copacabana e a Isla del Sol.

O Lago Titicaca é de grande importância para o povo dos dois países, pois foi de suas águas que nasceu a civilização Inca. Por isso, também ao seu redor e em suas ilhas estão diversos sítios arqueológicos. O Titicaca é abastecido pela água das chuvas e do degelo da neve que vem das montanhas do altiplano. Para os povos indígenas dos dois países, as montanhas também são consideradas sagradas.

Isla del Sol
Isla del Sol

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Copacabana

A praia brasileira de Copacabana pode até ser mais famosa, mas ganhou este nome em homenagem a praia boliviana. A Copacabana boliviana é a principal cidade às margens do Titicaca, de onde saem os barcos para a Isla del Sol. Além do lago, a cidade também é conhecida pela Igreja de Nossa Senhora de Copacabana, padroeira da Bolívia.

 Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Igreja de Nossa Senhora de Copacabana

É possível chegar em Copacabana de ônibus vindo de La Paz, na Bolívia ou Puno, no Peru. Para quem sai da Bolívia, a viagem dura entre 3h ou 4h. Os ônibus saem da rua lateral do cemitério de La Paz e, algumas vezes, param para conseguir mais passageiros em El Alto. Por isso, pode se atrasar um pouco mais. Em um trecho do caminho é preciso descer do ônibus e pegar um barco. A travessia de barco não está inclusa na passagem do ônibus, mas custa um valor irrisório de 2 bolivianos. Para quem sai de Puno, a viagem também dura cerca de 3 horas e inclui a parada nas imigrações do Peru e Bolívia. Os ônibus saem da rodoviária da cidade.

A travessia para continuar na estrada para Copacabana é feita nestes pequenos barcos
A travessia para continuar na estrada para Copacabana é feita nestes pequenos barcos

Uma noite é suficiente para conhecer Copacabana. Apesar de muito pequena, a cidade oferece muitas opções de hospedagem. As melhores e mais caras ficam na orla (Av. Costanera) de frente para o Titicaca. As mais econômicas ficam próximas da igreja ou na rua em frente a âncora (Av. 6 de Agosto). Nessas duas ruas também estão a maior parte dos restaurantes. Não deixe de provar os pratos de “Trucha”.

Av Costanera
Av Costanera

Av. 6 de Agosto
Av. 6 de Agosto

A Basílica de Nossa Senhora de Copacabana é o principal ponto turístico da cidade. A igreja é enorme e muito bem conservada. A entrada é gratuita. Em frente à igreja fica a Plaza 2 de Febrero. Outro ponto visitado é o Cerro Calvario, de onde se tem uma vista para a cidade e o Lago Titicaca.

Basílica de Nossa Senhora de Copacabana
Basílica de Nossa Senhora de Copacabana

Plaza 2 de Febrero
Plaza 2 de Febrero

Píer Copacabana
Píer Copacabana

Na Orla são oferecidos passeios de pedalinho, caiaque e de barco. Copacabana é a base para quem quer conhecer a Isla del Sol.

Pôr do Sol em Copacabana
Pôr do Sol em Copacabana

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Isla del Sol

A Isla del Sol é, sem dúvida, a mais famosa das 41 ilhas do Lago Titicaca, pois teria sido nela que os Incas começaram o seu império. Por isso, também, é considerada sagrada.

Templo Chinkana em Isla del Sol
Templo Chinkana em Isla del Sol

Os barcos para a Isla del Sol saem de Copacabana duas vezes por dia. O ticket pode ser comprado no próprio cais e custa 20 ou 25 bolivianos, dependendo da negociação e do lado da ilha em que você pretende descer.

A ilha é dividida em lado Norte e Sul e em pequenos vilarejos. O lado Sul é o mais próximo de Copacabana e oferece mais opções de hospedagens. Mas para conhecer toda a ilha é interessante descer primeiro no lado Norte, conhecer os sítios arqueológicos desse lado e ir caminhando até o Sul. O trajeto de barco de Copacabana até o lado Norte dura 2 horas.

O barco deixa primeiro os passageiros do lado Sul, depois faz uma parada no centro da ilha até chegar ao Norte. Neste lado, normalmente, os turistas são recebidos por um local que oferece um tour guiado pelos sítios arqueológicos e depois indica o caminho da trilha para o lado Sul.

Guia dá explicação no Museu do Ouro
Guia dá explicação no Museu do Ouro

Mesa de Sacrifício, no lado Norte
Mesa de Sacrifício, no lado Norte

Importante: cada povoado da Ilha cobra uma “taxa de visita”. Muitas vezes os turistas não são informados dessas taxas até se deparar com o “pedágio”. Os locais informam que essas taxas são do governo. Mas na Isla del Sol não há nenhuma presença governamental, nenhum funcionário ou polícia. Então, espera-se que as taxas sejam revertidas em benefícios para as comunidades.

Trilha do lado Norte para o lado Sul
Trilha do lado Norte para o lado Sul

No lado Norte, “Comunidade Challapampa”, combram 10 bolivianos; no Centro, “Comunidade Challa”, 15 bolivianos; e no Sul, “Comunidade Yumani”, 5 bolivianos.

Placa com a cobrança do "pedágio"
Placa com a cobrança do “pedágio”

A parte chata é que uma comunidade não informa da taxa da outra. Então, você sempre pensa que aquela é a última taxa. Mas eles são bem organizados e entregam recibos bem elaborados, que teoricamente, você teria que apresentar a um “fiscal”. Mas isso não existe.

Na visita guiada no lado Norte, depois de pagar a taxa de entrada, são visitados o Museu de Ouro da Cidade Submersa, a Pedra Sagrada, o Templo del Inca, a Mesa de Sacrifício e o templo Chincana. Durante a caminhada, que leva cerca de 40 min, o guia local explica sobre a história da ilha, o significado dos templos, como funciona a agricultura na ilha, como as comunidades se organizam, entre outras coisas. É interessante para entender a importância da Isla del Sol para os Incas e o povo indígena.

O único problema é que no início do tour o guia não fala em quanto custa o passeio e ao final cobra “propina” (gorjeta) para os turistas, no valor de 20 bolivianos por pessoa. Mas cada um acaba pagando quanto pode e quer.

O guia também indica o caminho do Norte para o lado Sul, que começa próximo a “Roca Sagrada”. Eles dizem que o trajeto pode ser feito em 1h30 a 2h para quem tem um bom ritmo. Mas com paradas para descanso e fotos pode levar até 3h ou 4h. Para quem pretende voltar a Copacabana no mesmo dia é preciso apressar o passo, pois os barcos do lado Sul saem às 15h.

A trilha é de nível fácil, com algumas subidas e descidas. O maior problema, no entanto, é que a Isla del Sol fica a 4 mil metros de altitude, então, sente-se muito cansaço durante a caminhada. É importante levar água e lanche para fazer o trajeto, pois no caminho há apenas algumas barraquinhas, que nem sempre estão abertas. Leve também doces ou dinheiro trocado, pois eventualmente, surgem algumas crianças pedindo chocolates ou trocados.

Paisagem ao longo da trilha em Isla del SOl
Paisagem ao longo da trilha em Isla del Sol

A paisagem ao longo da trilha é belíssima. Como a trilha fica na parte mais alta e bem no meio da trilha, é possível ter uma visão panorâmica de todos os lados.

Paisagem ao longo da trilha em Isla del SOl
Paisagem ao longo da trilha em Isla del Sol

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Ao chegar no lado Sul há várias opções de pousadas e hostels, baratas ou caras, algumas oferecem até internet. Como ficam muito próximas uma das outras, faça pesquisa ao chegar lá. Também recomendo pagar um pouco mais por um quarto com uma boa vista. Importante lembrar que a maioria das pousadas só recebe dinheiro em espécie.

Vista da janela do nosso quarto no lado Sul da ilha
Vista da janela do nosso quarto no lado Sul da ilha

Vale muito a pena passar uma noite na ilha para apreciar o pôr do sol, as estrelas, a lua, a tranquilidade e energia do lugar. No dia seguinte, você pode pegar o barco no cais do lado Sul, pela manhã ou tarde. A viagem demora 1h30 e, se sair pela manhã, você pode chegar a tempo de pegar o ônibus de volta para La Paz ou para o Peru.

Escadaria que dá acesso ao lado Sul de Isla del Sol
Escadaria que dá acesso ao lado Sul de Isla del Sol

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Hospedagem em La Paz: Review Landscape – Bolivian Home B&B

Em La Paz tivemos uma das melhores hospedagens do nosso mochilão pela Bolívia, Chile e Peru. Ficamos no Landscape – Bolivian Home B&B, no bairro de Sopocachi, uma área residencial, bonita e tranquila. O Landscape fica em um casarão de quatro andares e até quando nos hospedamos tinha apenas quartos duplos e triplos. Mas estavam construindo quartos compartilhados, com poucas camas.

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Nosso quarto no Landscape
Nosso quarto no Landscape

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La Paz, a capital mais barata da América Latina é cheia de atrativos

La Paz foi considerada a capital mais econômica para viajar da América Latina em 2014, em pesquisa realizada pelo site Tripadvisor. Mas, além da grande vantagem da economia, a capital administrativa da Bolívia é uma cidade cheia de atrativos. Há quem diga também que se você não for a La Paz não conheceu bem a Bolívia. A cidade é a mais populosa e multicultural do país, e por isso, é a mais representativa.

La Paz vista de El Alto
La Paz vista do teleférico

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Bolívia: Tour de 3 dias Salar de Uyuni e Lipez

A Bolívia foi o nosso 25° país. Já tínhamos visto muitos lugares incríveis por esse Mundo, mas o que vimos nos três dias de tour pelo Salar de Uyuni e região de Lipez parece coisa de outro planeta. O Salar de Uyuni é a atração número 1 do país. É a maior planície de sal do mundo, com 10.582 quilômetros quadrados, a 3.656 metros de altitude, isso em um país que sequer tem mar. Um imenso chão branco a perder de vista, que por vezes, reflete o azul e as nuvens do céu e proporciona uma sensação de estarmos mesmo em um paraíso. Ao visitar o Salar, é difícil de acreditar que os lugares que visitaremos nos dias seguintes irá nos impressionar. Mas a região de Lipez surpreende ao reunir Lagunas Altiplánicas, vulcões, montanhas, geysers, árvores de pedra, desertos e piscinas termais. Ao final dos três dias, você ainda pode escolher se retorna a Uyuni ou se cruza a fronteira com o Chile até San Pedro de Atacama.

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