A cidade da floresta, Ubud – na casa de Meliana

Quando entrei em contato com Meliana pelo Couchsurfing, ela já me disse que a casa dela não tinha um endereço real. O que pensei ser um pouco esquisito… especialmente quando você tem que acreditar que todo mundo do Couchsurfing e suas casas realmente existem…mas quando eu cheguei lá, eu entendi porquê: é uma vizinhança típica balinesa e não tem ruas, apenas pequenas becos para caminhar ou passar de moto. Nós nos encontramos em frente ao café da vizinhança e atravessamos todos aqueles pequenos becos, no escuro, apenas com a luz da lanterna dela para chegar até a sua casa. Depois das primeiras curvas, eu já não sabia como sair dali.  ^^ Melina me disse que deveríamos caminhar fazendo muito barulho para que as possíveis cobrar que estivessem à nossa volta fossem embora ao invés de nos atacar. Desde então, eu sempre caminho fazendo muito barulho na natureza. ^^

A cidade da floresta, Ubud
A cidade da floresta, Ubud

 

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Vietnã, um país surpreendente do começo ao fim

Durante a nossa Volta ao Mundo, em 2013, ficamos 3 meses no Sudeste Asiático e organizamos nosso roteiro de acordo com o período de monções em cada país, mas, infelizmente, por causa das chuvas e do tempo curto, dois países que queríamos visitar ficaram de fora: Laos e Vietnã, que quero muito ir em uma próxima viagem para o SA (quem sabe no próximo ano =) ).

Patricia Takehana, do blog Bagagem de Memórias, incluiu os dois países no seu roteiro de Volta ao Mundo e se surpreendeu com o Vietnã. Ela escreveu um post sobre este país, especialmente para o Compartilhe Viagens, e, nele, conta porquê gostou tanto de lá. O Bagagem de Memórias, inclusive, hoje está completando 4 anos e a Pati está de parabéns! Vida longa ao blog!

Patrícia com a guia, da tribo Zao, em Sapa
Patrícia com a guia, da tribo Zao, em Sapa

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Voluntariado em um orfanato em Bali

Em Bali, eu fui a um evento de volutariado em um orfanato. Eu soube sobre o evento através de Erlangga, que postou no Couchsurfing. Realmente, eu queria fazer algum voluntariado e ter contato com crianças locais em Bali. Erlangga é uma das presidentes do Leo Club Bali Shanti. E é parte do Lions Club Internacional Bali Surya para causas sociais. Mas o Leo Club é para pessoas mais jovens, até 30 anos. Leo Club Bali Shanti é organizado por 20 pessoas em Bali que ajudam com o que eles podem. Eles fazem um evento a cada duas semanas para crianças, adolescentes e idosos, onde quer que seja necessário. Continuar lendo Voluntariado em um orfanato em Bali


Viajando sozinha por 6 meses: “a 26 horas de distância”

Lembram da Julie, nossa amiga alemã, que se tornou personagem do meu livro “Dois no Mundo”? Ela já apareceu aqui no blog algumas vezes e esta semana irá partir para uma viagem sozinha de 6 meses pelo mundo. Os relatos de sua aventura, ela irá compartilhar com a gente aqui no blog. Sim, o Compartilhe Viagens agora tem correspondente internacional! (Chic, né? haha). Julie irá enviar os textos em inglês (que serão publicados no menu English) e irei fazer a tradução para português. Para começar, ela escreveu um primeiro post, explicando como tomou a decisão de viajar sozinha e os planos para sua viagem. Já neste post, você vão sentir como a Julie é uma pessoa muito querida e especial.

Seja bem-vinda ao CV, Julie! E tenha certeza de que você não estará só. Nós também iremos viajar com você, pelo menos, através dos seus textos! 😉

Antes que eu esqueça, em nossas redes sociais (IG: @compviagens, FB: https://www.facebook.com/compartilheviagens/), também faremos publicações sobre a viagem de Julie, que começa por Bali.

Vamos ao texto dela:

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Imperdível no Camboja: Siem Reap e os templos de Angkor

Se você tiver que escolher apenas um lugar para visitar no Camboja certamente deverá ser a cidade de Siem Reap e os templos de Angkor. Como escrevi no post Camboja: 10 coisas que você precisa saber antes de ir, a travessia por rodovia da Tailândia para o Camboja provavelmente será infernal, mas depois de chegar em Siem Reap, o sacrifício valerá a pena. E se não quiser passar por nenhum sacrifício, vá de avião, como sugeri no outro post. Siem Reap é uma cidade pequena e charmosa com muitos restaurantes, bares e, principalmente, hotéis e albergues para hospedar os turistas que visitam os templos de Angkor, que é Patrimônio Mundial da UNESCO.

Monge budista passeia pelo templo Bayron
Monge budista passeia pelo templo Bayon

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Camboja: 10 coisas que você precisa saber antes de ir

O Camboja está entre aqueles países que tem gente que ama e gente que odeia. De tanto ler sobre o país antes da viagem, fui preparada para o pior e coloquei expectativa zero. Os nossos 10 dias no país foram muito intensos e temos lembranças péssimas, maravilhosas, tristes e alegres. Mas cheguei a conclusão que é um país que não pode ficar de fora do roteiro de quem viaja pelo Sudeste Asiático. Um país que causa mudanças em qualquer viajante, sejam elas quais forem. Mas, para que sua viagem pelo Camboja seja a melhor possível, é preciso antes saber de algumas coisas sobre o país. Destaquei 10 delas:

Angkor Wat
Angkor Wat

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Como organizar um mochilão pelo Sudeste Asiático

Sempre que nos perguntam qual foi a melhor parte da nossa Volta ao Mundo, respondemos os 3 meses no Sudeste Asiático.  As belezas naturais, o povo acolhedor, a gastronomia, o baixo custo e a facilidade de viajar são alguns dos bons motivos para viajar pela região (Leia também: 10 motivos para viajar para o Sudeste Asiático).  A maior parte dos países está muito bem preparada para receber os turistas, principalmente, os mochileiros. Mesmos nos países menos desenvolvidos dá para viajar por conta própria tranquilamente. Mas para fazer um mochilão pelo Sudeste Asiático é preciso planejamento e estar atento a peculiaridades da região, como o período de monções.

Koh Phi Phi, Tailândia
Koh Phi Phi, Tailândia

Saiba como organizar o seu mochilão pelo Sudeste Asiático: Continuar lendo Como organizar um mochilão pelo Sudeste Asiático


Myanmar pela primeira vez: dicas e o que você precisa saber

Myanmar foi para mim um dos países mais especiais entre os 20 da Volta ao Mundo. O país não estava em nossos planos iniciais. Tínhamos notícias de que viajar pelo país era difícil, inseguro, que não havia caixas eletrônicos para saque com cartões estrangeiros (ATMs) e que boa parte da internet era bloqueada. Mas depois de conversar com um amigo que havia visitado o país alguns meses antes, decidimos arriscar.

Demos entrada no visto em Bangkok, capital da Tailândia, e para consegui-lo tive que omitir minha condição de jornalista. A antiga Birmânia vive há mais de 50 anos sob comando do regime militar. E jornalistas definitivamente não são bem vindos em ditaduras, assim como advogados e ativistas sociais.

Informei que era estudante de língua portuguesa e no dia seguinte recebemos o visto. Dois dias depois, pegamos o voo para Yangon, a antiga capital do país. E até receber o carimbo da imigração estava com o coração apertado, pois mesmo com o visto em mãos, poderia ter sido barrada.   Mas ainda bem que não fui e pudemos viver os oito dias mais intensos de nossa Volta ao Mundo até agora.

Mas o que me fez amar tanto o país?  Continuar lendo Myanmar pela primeira vez: dicas e o que você precisa saber