Los Angeles: 5 motivos para amar e 5 motivos para odiar

“As viagens são os viajantes”. A frase do gênio português Fernando Pessoa sintetiza bem porque alguns destinos agradam a uns e desapontam completamente outros. Uma viagem depende muito mais dos gostos e da disposição de quem viaja do que do lugar visitado. E foi assim, com Los Angeles, eu simplesmente odiei. E uma amiga jornalista, Jamille Nogueira, amou mais até do que Las Vegas. Por isso, decidi convidá-la para listarmos 5 motivos para amar LA e 5 motivos para odiar LA. Conhecendo os dois lados da moeda, fica mais fácil planejar a viagem para a maior cidade da Califórnia.

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Roadtrip pela Highway 1: de San Francisco a Los Angeles

Algumas das paisagens mais incríveis da Califórnia se concentram na rodovia cênica Pacific Coast Highway 1. São 1.600 km desde a fronteira da Califórnia com o Oregon até a fronteira com o México. Escolhemos o trecho entre San Francisco e Los Angeles. Percorremos em 3 dias, o que foi suficiente para apreciar com calma os principais mirantes e fazer paradas em algumas cidades. Continuar lendo Roadtrip pela Highway 1: de San Francisco a Los Angeles


Missão cumprida: demos a Volta no Mundo! Mas a viagem continua

10h25 de viagem de Los Angeles a Londres e cruzamos o último oceano que faltava para alcançarmos a nossa linha de chegada. O sonho que um dia parecia impossível, enfim, foi realizado. Demos a volta completa no Mundo!!!

Até aqui foram 161 dias, 4 continentes, 11 países, cerca de 40 cidades. Viajamos de avião, ônibus, trem, barco, jeepney, carro… Ainda não parei para contar em quantas superfícies dormimos. Sim, porque nem sempre é uma cama que temos para o nosso descanso. Aprendemos a dizer Oi e Obrigado (a) em pelo menos sete línguas e já temos uma pequena coleção de cédulas e moedas. Os imãs, que são os únicos souvenires que compramos, já pesam na mochila.

As estatísticas, na verdade, são o que menos importam agora. Pois, o mais valioso de tudo isso, o que iremos levar para o resto de nossas vidas, é imensurável. Não há como medir a transformação pessoal pela qual estamos passando, as amizades que fizemos, a sensação de estar em lugares que nem em nossos sonhos mais audaciosos imaginávamos um dia estar. Não há como medir uma tarde de conversa fiada com crianças de Myanmar ou uma brincadeira na praia com crianças nas Filipinas. Não há como medir um bate papo com um monge budista no Camboja.

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