Lista do que fazer antes de viajar pelo mundo

Como falei antes para vocês, estou deixando minha amada cidade, Berlim, meus amigos e minha família para sair da minha zona de conforto e ver o mundo sozinha.

Minha lista de coisas para fazer antes de viajar
Minha lista de coisas para fazer antes de viajar

Não foi uma decisão fácil, mas sobre esta história vocês podem ler aqui: Viajando sozinha por 6 meses: a 26 horas de distância.

Antes que eu possa viajar o mundo com a cabeça tranquila, tenho muitas coisas para organizar em casa e neste post quero contar a vocês o que vocês precisam  fazer antes de deixar a sua cidade.   Continuar lendo Lista do que fazer antes de viajar pelo mundo


Bate-volta a partir de Berlim: 1 dia em Potsdam, a cidade dos jardins e palácios prussianos

A menos de 30 minutos de trem de Berlim fica a encantadora Potsdam, a cidade dos jardins e palácios prussianos. São mais de 150 edifícios construídos entre 1730 e 1916 e que lhe renderam o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. Em nossa última ida a Berlim (julho de 2016), nossa amiga alemã, Juli, nos levou para fazer um bate-volta em Potsdam e me apaixonei pela cidade. <3 Neste post compartilho com vocês dicas de como chegar à cidade, como garantir os ingressos e o que visitar em 1 dia.

Jardins do Palácio Sanssouci
Jardins do Palácio Sanssouci

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Nunca é tarde para começar a viajar

Estávamos em um ônibus em Potsdam, uma bela cidade que fica cerca de 40 minutos distante de Berlim, quando entrou um senhor que aparentava ter mais de 70 ou talvez 80 anos e tentava comprar a passagem do ônibus na máquina com certa dificuldade. Depois de um tempo, uma moça o ajudou. Ele sentou próximo de onde estávamos eu, Fred e nossa amiga alemã Juli.

Pelo guia que tinha na mão, ele era um turista japonês. Viajando sozinho naquela idade. Começamos a pensar sobre o que o levara a viajar sozinho mesmo já sendo bastante idoso.

Juli e Fred comentaram que sentiam pena do velhinho por naquela idade não ter companhia para viajar. A princípio, também senti pena quando ele não estava conseguindo operar a máquina, mas, na verdade, eu também não sei mexer direito nelas. Então, logo pensei: “Que máximo! Nessa idade ainda ter vontade de viajar, de conhecer o mundo e ter coragem de ir sozinho”.

Imaginei que para estar viajando naquela idade sozinho, ele deveria ser um viajante experiente. Depois pensei: “e se só depois de idoso ele teve oportunidade de viajar, depois de uma longa vida de trabalho e cuidado com a família?”

Bem, a história do velhinho japonês, eu nunca irei saber já que não chegamos a conversar com ele, pois logo tivemos que descer do ônibus. Mas posso contar a vocês um pouco da minha história de viajante e sobre como nunca é tarde para começar a viajar. Continuar lendo Nunca é tarde para começar a viajar


O que fazer em Berlim: roteiro sugerido por uma alemã

Chegamos em Berlim numa data emblemática para a cidade: o aniversário da queda do muro de Berlim e também véspera dos 75 anos da chamada Noite dos Cristais, quando deu início a onda de violência contra os judeus pelos nazistas. Na cidade fomos recebidos por uma amiga alemã que tínhamos conhecido meses antes em Natal pelo Couchsurfing, Juliane. Sorte nossa, pois aqueles seriam os últimos dias de nossa Volta ao Mundo e estávamos cansados para planejar qualquer roteiro. Como a própria Juli nos disse, três dias seriam suficientes apenas para conhecer 5% de tudo que Berlim tem a oferecer. Então, nos dias em que estivemos na cidade, ela nos levou para conhecer os mais importantes, que organizei neste post e acrescentei alguns pontos que ficaram de fora do nosso roteiro por falta de tempo, mas que são imperdíveis na cidade.

Portão Brandemburgo
Portão Brandemburgo

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Dois no Mundo: chegou a hora de fazer as malas pela última vez

Acordamos hoje às 4h50 da manhã colocamos as mochilas nas costas e seguimos para o aeroporto de Berlim. A nossa amiga alemã que nos recebeu por 3 dias em sua casa, Juli Boll, nos acompanhou até  a estação. No caminho de trem veio aquele aperto no coração. Na verdade eu estava assim já há uns dois dias e ontem ao fazer as malas não pude evitar o choro. Perdi as contas de quantas as vezes fizemos as mochilas durante nossa Volta ao Mundo, cada uma dessas vezes marcou uma despedida, mas nenhuma foi tão dolorosa porque em todas elas sabia que depois viriam novos lugares, novos encontros, novas pessoas.

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