Bate-volta saindo de Santiago: Visita a Valparaíso e Viña del Mar por conta própria


Uma visita clássica nos arredores de Santiago do Chile é a casadinha Valparaíso e Viña del Mar, cidades litorâneas que ficam a, respectivamente, 116km e 122km da capital. No nosso post, Dicas práticas e roteiro de 4 a 6 dias em Santiago do Chile, sugerimos fazer um bate-volta por conta própria. Agora, vou explicar como chegar nessas duas cidades e o que fazer em cada uma delas.

Como chegar

Em Santiago existem duas opções de estações para pegar o ônibus para Valparaíso e/ou Viña del Mar: a estação Alameda (estação de metrô Universidad de Santiago) e a Estação Pajaritos. Normalmente, o ônibus sai da Alameda e, depois, para na Pajaritos.

Optamos por ir primeiro para Valparaíso e de lá seguir para Viña del Mar. Se você for fazer o bate-volta é recomendável sair bem cedo de Santiago e voltar o mais tarde possível, pois há muito o que fazer nas duas cidades.

Chegando em uma dessas duas estações, você, provavelmente, será abordado por vendedores de tour, dizendo que estão fazendo promoção, que vale muito mais a pena o passeio. Mas continue em direção ao guichê das empresas e procure o próximo ônibus.

Porém, se quiser economizar mais, comprando com antecedência, a passagem sai bem mais barata. Também sai mais barato comprar logo ida e volta (mesmo que seja ida Valparaíso e volta Viña del Mar, basta fazer a compra separada). Caímos no erro de comprar separado e paguei quase o dobro do preço na volta e ainda tivemos que esperar muito para embarcar. Também nos finais de semana, a passagem custa mais caro.

A companhia que tem vários horários para o trajeto é a Turbus, que dispõe de venda pela internet. A passagem custa a partir de $ 2.000 CLP. Comprando direto na estação, pagamos $ 3.300 CLP. Na estação, vimos que a Pullman Bus também faz o trecho, mas pelo site aparece como não disponível. E nós voltamos com a Condor, mas também não está com a opção de compra disponível pela internet.

A viagem de Santiago a Valparaíso dura entre 1h30 a 1h55, dependendo da estação em que você irá sair de Santiago. A viagem de Viña del Mar a Santiago leva em torno de 2h.

Para ir de Valparaíso a Viña del Mar basta pegar o ônibus convencional. O número depende do local onde você estiver, mas pode ser o 105, 601, 602, 603, 612, 704. Também há a opção de ir de metrô. Nós pegamos o ônibus 612, da La Sebastiana, em Valparaíso até Viña del Mar e custou $ 470 CLP para cada.

Para se deslocar entre os pontos turísticos de Valparaíso, você pode optar entre o transporte público ônibus ou metrô e também Uber.

Em Viña del Mar fizemos tudo a pé, mas alguns trechos foram bem longos, então, também dá para fazer do mesmo jeito de transporte público ou Uber.

Para fazer as contas se vale mais ir de conta própria ou tour, basta saber que, em Santiago, o tour mais barato que encontramos para Valparaíso e Viña del Mar saia por $ 32.000 CLP. Claro que incluía o transporte de ida e volta para as cidades, o transporte entre as atrações lá e o guia. Então, vai da opção de cada um.

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O que fazer em Valparaíso

Valparaíso vista de La Sebastiana
Valparaíso vista de La Sebastiana

Valparaíso é uma cidade portuária, mas cheia de arte e cultura. É conhecida por suas casas coloridas e murais de grafites. Desde 2003, o seu centro histórico foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.

A cidade litorânea é cercada por morros, são 42 ao todo. Alguns deles, juntamente com o centro histórico, estão entre os principais atrativos da cidade, especialmente por seus mirantes. Os ascensores (elevadores) que levam até os cerros também fazem parte das atrações de Valparaíso.

Casa colorida em Valparaíso
Casa colorida em Valparaíso

Valpo tem forte influência de imigrantes vindos, principalmente, da Inglaterra, Alemanha e Itália e isto fica bem visível na arquitetura de alguns prédios antigos e casas.

Grafite de Neruda próximo a La Sebastiana
Grafite de Neruda próximo a La Sebastiana

A cidade está entre as maiores do Chile, com uma população 278 mil habitantes (Censo de 2002). A primeira vista, Valparaíso passa uma ideia de cidade bem desgastada, com prédios antigos e mal cuidados, mas depois você vai encontrando charme na cidade, com seu colorido e grafites.

Infelizmente, no dia que fizemos o bate-volta choveu torrencialmente e como os atrativos de Valparaíso ficam mais espalhados dos que os de Viña del Mar, priorizamos Viña.

Em Valpo, tivemos a chance de visitar apenas a “La Sebastiana”, a casa do prêmio Nobel de Literatura, Pablo Neruda.

Por isso, para quem quiser saber mais sobre o que fazer na cidade, recomendo o post da Camila Lisboa do blog O Melhor Mês do Ano:

http://www.omelhormesdoano.com/o-que-fazer-em-valparaiso/

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La Sebastiana, a casa de Neruda em Valparaíso

La Sebastiana
La Sebastiana

“Sinto o cansaço de Santiago. Quero em Valparaíso uma casinha para viver e escrever tranquilo. Tenho que impor algumas condições. Não pode ser muito em cima nem muito abaixo, deve ser solitária, mas não em excesso. Vizinhos, oxalá, invisíveis. Não deve ver-se nem escutar-se. Original, mas que não seja incômoda. Nem muito grande, nem muito pequena. Longe, mas próxima da movimentação. Independente, mas com comércio próximo. Além do mais, tem que ser muito barata. Acredita que pode encontrar uma casa assim em Valparaíso?”

Este foi o pedido que Pablo Neruda fez as suas amigas Sara Vial e Marie Martner para procurarem uma casa para ele em Valparaíso, em 1959.

A casa encontrada por elas fica no cerro Florida e tinha começado a ser construída pelo arquiteto espanhol Sebastião Collado, que havia morrido em 1949, antes de terminá-la.

Neruda decidiu comprar a casa e em 3 anos terminou de construí-la e lhe deu o nome de “La Sebastiana”, em homenagem ao antigo dono da casa. A inauguração foi em 1961, com uma grande festa. O escritor também fez um poema dedicado a casa, que está no livro “Plenos Poderes”.

Olhando pela mesma janela que inspirava Neruda
Olhando pela mesma janela que inspirava Neruda

Achei esta casa de Neruda ainda mais interessante do que “La Chascona”, em Santiago. Com 5 andares, é decorada com muitos mapas, objetos náuticos, pinturas, objetos que Neruda trazia de suas viagens, inclusive, um cavalo em madeira de um carrossel, que ele trouxe de Paris. Eu amo carrosseis e fiquei apaixonada por essa peça e fiquei pensando que viajante básico era Neruda. “Vou levar uma lembrancinha de Paris… ah! Pode ser esse cavalo do carrossel”. haha

Escotilha em La Sebastiana
Escotilha em La Sebastiana

O que também encanta na La Sebastiana são as vistas das janelas, que ocupam grande parte de todos os cômodos. Delas, Neruda podia fazer o mar e as casas coloridas de Valparaíso. Aliás, o escritor era um apaixonado pelo mar e deixa isso claro, em vários itens da casa, inclusive, uma das janelas é uma escotilha (as janelinhas circulares dos navios).

Pablo Neruda tinha o hábito de receber frequentemente os amigos para almoços e jantares na casa, por isso, tem cômodos bem aconchegantes para receber as visitas. E um bar bem pitoresco!

Durante o período da ditadura militar, que teve início em 1973, a casa sofreu vandalismo e só foi restaurada em 1991. Em 1992, foi aberta para visitação.

A visita a La Sebastiana é feita com sistema de áudio guia, que explica a história de cada cômodo e objetos. A opção em português também está disponível. O ingresso custa $ 7.000 CLP por pessoa e inclui o áudio guia. Estudantes com carteira internacional pagam $ 2.500 CLP. A visita leva em torno de 1h.

É possível chegar até a La Sebastiana de transporte público, com o ônibus 612 (a passagem custa $ 470 CLP.

Não são permitidas fotos dentro da casa, apenas fotos das janelas.

La Sebastiana

Endereço: Ferrari 692, Valparaíso.

Horário:

De março a dezembro, terça a domingo, das 10h às 18h

Janeiro e fevereiro, de terça a domingo, das 10h às 19h

Fechado às segundas-feiras

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O que fazer em Viña del Mar

Na metade do século 20, Valparaíso sofreu um declínio e muitas famílias ricas se mudaram para Viña del Mar. Apesar de serem vizinhas, Viña é bem diferente de Valparaíso. A cidade não seguiu a vocação portuária de Valparaíso e é um popular destino de férias dos chilenos.

Relógio de Flores de Viña del Mar
Relógio de Flores de Viña del Mar

Conhecida como “Cidade Jardim”, Viña é bem mais organiza que Valparaíso (não posso falar muito, pois não conheci bem Valparaíso, mas a impressão que tive foi essa). Cheia de jardins, bonitos hotéis, tem também castelos (sim, isso mesmo!), cassino e ruas repletas de restaurantes, bares e cafés. As praias de Viña del Mar são o grande atrativo para os chilenos, mas acredito que não seja o principal interesse dos brasileiros na cidade. Mas vale um passeio pela orla. Ou talvez, se for no verão, aproveitar um pouco mais.

Como disse, no dia do bate-volta chovia muito em Valparaíso e em Viña del Mar, mas com os guarda-chuvas que compramos logo quando descemos no terminal de ônibus, deu para conhecer nossos principais pontos de interesse em Viña só caminhando.

No Castelo Wulff, debaixo de chuva
No Castelo Wulff, debaixo de chuva

Descemos do ônibus, vindo de Valparaíso, próximo ao Relógio de Flores (Reloj de Flores), que fica em frente a Playa Caleta Abarca, desta praia tem uma bonita vista para Valparaíso. Dela, fomos caminhando pela avenida La Marina até chegar no Castelo Wulff, construído em estilo francês-alemão entre 1905 e 1906. O castelo foi construído pelo empresário Gustavo Wulff para ser sua residência, mas atualmente, pertence ao município e funciona como “Unidad de Patrimonio de la Municipalidad de Viña del Mar”. No caminho passamos em frente a outro castelo, o Ross, construído em 1912 para ser residência do político e empresário Gustavo Ross Santa Maria e, hoje, funciona como Club Unión Árabe.

Viña del Mar
Viña del Mar, Castelo Brunet lá no alto

Continuamos caminhando pela La Marina, margeando o rio, até chegar ao Cassino de Viña del Mar. Do lado direito é possível ver no alto, o Castelo Brunet, construído em 1923, também para ser uma residência. Parece que era modinha viver em castelos no início do século 20 em Viña del Mar! hehe O prédio hoje pertence aos Carabineros de Chile e funciona como um centro de eventos e espaço para receber visitas ilustres.

Já o Cassino de Viña del Mar pertence ao município. Foi construído em 1930, sendo o primeiro centro de jogos do país. O prédio é bem bonito por fora e por dentro, tem também bonitos jardins, um pequeno teatro, espaço de diversão para crianças, bar. A entrada é gratuita e vale a visita, mesmo que você não vá fazer nenhuma aposta. Para nós, foi uma boa escapada da chuva também! =)

A avenida em frente ao cassino se chama San Martin e está repleta de bares, restaurantes, cafés, lanchonetes. O díficil é escolher um. Encerramos nosso dia com um almoço, lá pelas 16h, no Kaiser, que tem uma comida muito saborosa e um delicioso pisco sour! =)

Outono em Viña del Mar
Outono em Viña del Mar

Depois fizemos uma longa caminhada (mas deveríamos ter pego um ônibus) até o terminal de ônibus de Viña del Mar e regressamos para Santiago já à noite.

Bem, isso foi o que deu para conhecer em meio dia, chuvoso. Mas em Viña del Mar tem muito mais o que visitar, como o Museu de Arqueologia e História Francisco Fonk, que tem ao lado da sua fachada o único Moai original, fora da Ilha de Páscoa. Morri de arrependimento por não termos ido até lá. =( Mas, na hora que chegamos em Viña, o museu já estava fechado e eu pensava que o Moai ficava dentro! kkkk Só escrevendo o post para vocês que descobri que é do lado de fora! =/

Viña tem ainda outras praias, museus, parques. Enfim, se você tiver mais tempo de viagem e tiver a sorte pegar um melhor tempo que nós, recomendo passar pelo menos uma noite em Viña del Mar ou Valparaíso para aproveitar melhor essas duas cidades.

Reserve sua hospedagem em Viña del Mar

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* No Chile, nos mantivemos conectados com internet ilimitada do plano de dados da T-Mobile, com o chip enviado pela EasySim4u. Foi muito útil, principalmente, durante nossa viagem de carro, pois podíamos carregar bem os mapas, procurar restaurantes próximos e até fazer reservas de hospedagem de última hora. O legal da EasySim4u é que eles enviam o chip para o seu endereço no Brasil e você chega no país conectado. O plano de dados deles funciona em até 140 países e com o mesmo chip, nos mantivemos conectados ainda na Argentina e Paraguai.

Veja os planos deles aqui.

* O Chile não tem um sistema de saúde gratuito e o atendimento médico lá pode sair bem caro, portanto, é imprescindível fazer um seguro viagem para visitar o país.

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Bate-volta a partir de Santiago: Visita à vinícola Concha y Toro com transporte público

O vinho é a minha bebida preferida, apesar de não entender muita coisa sobre o assunto, e gosto, especialmente, dos vinhos chilenos. Então, em Santiago do Chile não poderíamos perder a oportunidade de conhecer uma das vinícolas que ficam nos arredores. Escolhemos visitar uma das mais famosas, que é a Concha y Toro. Fizemos o bate-volta, a partir de Santiago, com transporte público. Foi super fácil e pagamos a metade do preço do que sairia se tivéssemos ido em um tour por uma agência.

Somente no Chile, a Concha y Toro possui 54 vinhedos, a empresa possui ainda vinhedos na Argentina e Estados Unidos. A vinícola nos arredores de Santiago, aberta à visitação turística, fica em Pirque, Região Metropolitana, a uns 30 km da capital.

Entrada da vinícola Concha y Toro
Entrada da vinícola Concha y Toro

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Roteiro de 20 dias no Chile: Santiago, Pucón, Lagos Andinos, Isla de Chiloé e Atacama

Dois anos após a nossa primeira viagem ao Chile, voltamos para fazer as pazes. Isso porque, em abril de 2015, quando viajamos pelo Norte do país, pegamos uma semana inteira de fortes chuvas, a ponto de o governo decretar estado de calamidade na região. Desta vez, queríamos aproveitar o máximo, mas levando em considerando o clima da época (maio), por isso, adiamos o sonho de conhecer a Patagônia e planejamos nossos 20 dias entre Santiago e arredores, Lagos Andinos, Isla de Chiloé e Atacama. Por sorte, a primeira impressão não ficou e saímos do Chile enamorados pelo país. Continuar lendo Roteiro de 20 dias no Chile: Santiago, Pucón, Lagos Andinos, Isla de Chiloé e Atacama


De Santiago ao Rio de Janeiro – dia 1º embarcaremos para um novo mochilão pela América do Sul

Segunda-feira (1), embarcaremos para Santiago do Chile para o nosso próximo mochilão. Que saudades que estou de colocar a mochila nas costas! Nossas últimas viagens não foram exatamente mochilões e apesar de terem sido maravilhosas, a sensação de mochilar é completamente diferente.

A começar que tudo que sabemos é que chegaremos por Santiago e voltaremos pelo Rio de Janeiro. O rolé vai ser grande! haha A princípio, não íamos comprar passagem de volta, mas Fred tem prazos do mestrado a cumprir, por isso, deveremos voltar no início de junho. Então, serão aproximadamente 40 dias de mochilão e teremos a companhia maravilhosa de Juliane Boll, a alemã mais brasileira que você respeita, que estará encerrando sua viagem de volta ao mundo de 8 meses. Para quem não sabe, Julie assina a série #Worldlust aqui no Compartilhe Viagens e é nossa sócia na versão do blog em inglês Share Journeys. Continuar lendo De Santiago ao Rio de Janeiro – dia 1º embarcaremos para um novo mochilão pela América do Sul


Torres del Paine, na Patagônia Chilena – relato de Fernanda Peixoto

Fazia tempo que a gente não publicava relatos de outros viajantes. E para compensar, hoje compartilho com vocês um post lindo sobre Torres del Paine, na Patagônia Chilena, que recebi da Fernanda Peixoto. Fernandinha, que eu vi nascer, por isso, a intimidade, é natalense, mas já morou em várias partes do país, literalmente de Norte a Sul. Formada em administração hoteleira pela Castelli ESH do RS, juntou-se com mais dois amigos do tempo da faculdade, e viajou de carro de Canela-RS até a Patagônia Chilena, passando pela Patagônia Argentina, num total de 12 mil km percorridos. Nest post, ela conta um pouco da viagem “Rumo ao Fin do Mundo” e dá mais detalhes sobre Torres del Paine. Os textos e, especialmente, as fotos são de dar vontade de pegar o carro e partir imediatamente. =)

Patagônia Chilena
Patagônia Chilena

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Buenos Aires: Bioparque Temaikèn e passeio por Palermo

Por Thyago Macedo*
Para quem gosta de contato com a natureza ou viaja a Buenos Aires com crianças o Bioparque Temaikèn é uma ótima opção de passeio. Visitamos o parque, que fica na cidade de Escobar, distante cerca de 70 km do centro de Buenos Aires, durante a Press Trip à convite da GOL e CVC. O parque ecológico se apresenta com uma proposta diferente de um zoológico. De acordo com eles, a ideia é preservar, pesquisar e conscientizar sobre a importância da fauna e da flora.

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As paradisíacas ilhas de San Blás: Panamá: 4 dias pelas ilhas de San Blás, saindo pela Colômbia

Quando pensamos em uma ilha, logo nos vem à mente uma pequena porção de areia branca com coqueiros, cercada por água cristalina. Em São Blás, no mar do Caribe do Panamá, existe não apenas uma ilha desta, tal qual imaginamos, mas 365 delas. Sim, uma para cada dia do ano. O arquipélago torna-se ainda mais especial por pertencer ao povo indígena Kuna Yala, que tem história, cultura, forma de se vestir, de viver e de se organizar únicas.

A área onde as ilhas de San Blás estão começa logo na fronteira com a Colômbia, que é fechada para acesso por via terrestre, pois é uma área de floresta densa. Aproveitamos para realizar a travessia entre os dois países fazendo um tour de 4 dias pelas ilhas, passando por paisagens deslumbrantes e vivendo experiências inesquecíveis, que compartilho neste post.

O arquipélago de San Blás tem 365 ilhas
O arquipélago de San Blás tem 365 ilhas

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Colômbia pela primeira vez: Colômbia pela primeira vez: dicas e o que você precisa saber

É inevitável. Você diz que você vai para a Colômbia e as pessoas já começam falar para tomar cuidado, que é muito perigoso, que tem as Farcs…Mas a verdade é que a realidade no país mudou muito nos últimos 15 anos e viajar  por lá é, sim, seguro. Além disso, a Colômbia é um país cheio de belezas, de diversidade, cultura rica, com um povo muito amável e receptivo, além de ser muito barato.  Ao longo da nossa viagem, já publicamos vários posts sobre a Colômbia, e agora fiz um resumo sobre o que você precisa saber em sua primeira vez no país.

Cabo de San Juan del Guia
Cabo de San Juan del Guia

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